quinta-feira, 13 de agosto de 2009

R.I.P. Les Paul

Infelizmente chegou a hora de Les Paul partir. Mas felizmente ele deixou muito pra gente. Lester William Polsfuss foi o criador da obra prima das guitarras, que leva seu nome. Eu cresci sonhando em um dia ter uma Les Paul. Eu e boa parte dos guitarristas. Se isso não fosse suficiente, ainda deixou inúmeras contribuições para a tecnologia de produção musical.

Ainda deixou sua música. De um talento ímpar, Les Paul é presença garantida em qualquer lista de guitarristas de jazz e improvisação. E por amar a música, aos 94 anos ainda tocava periodicamente no Iridium Jazz Club em New York.

O dia é triste, mas Les partiu com sua missão cumprida. O que ele deixou, tenho certeza que nunca será esquecido. Seria muito bom se hoje cada guitarrista pegasse sua guitarra, seja ela um modelo Les Paul ou não, e tocasse alguns acordes em homenagem a este grande músico e inventor.

Obrigado, Les Paul!

les-paul-memorial_top


Deixo aqui minha singela homenagem:


Valeu!

domingo, 26 de julho de 2009

Gibson ES-335

Novidade chegando:

http://gibson335.wordpress.com

:-P

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Tremolo + cordas soltas

Hoje farei um post referente a um video que gravei recentemente. Nele eu usei pela primeira vez o efeito tremolo, vindo de um Boss TR-2.

O tremolo é um efeito intrigante, lindo de se ouvir, mas meio enjoado pra usar. Eu passei anos querendo um, mas nunca chegava a vez dele. Sempre apareciam outras prioridades, e o tremolo ficava pra depois. Talvez pela sutileza do efeito, parece que não é tão necessário.

Enfim, comprei esse pedal e pude notar que realmente não é muito fácil fazer um tremolo soar bem como, por exemplo, nas gravações do John Fogerty lá na década de 60, ou do Warren Haynes no Gov't Mule. Nesse tempo que passei aprendendo um pouco a usar o pedal, constatei que ele funciona muito bem com acordes e cordas soltas. Parece meio óbvio, mas muitas vezes não paramos pra reparar isso. Pro efeito "aparecer", é necessário que a nota soe.

Nessa gravação, usei a Fender Telecaster '52 Reissue, captador da ponte, plugada no Fender Blues Junior, passando, claro, pelo Boss TR-2. A backing track é um blues/rock tradicional de 12 compassos, na tonalidade de E. Procurei usar notas da escala maior e pentatônicas maior e menor, acompanhando os acordes da música. No tema principal, que é repetido no início, meio e final, eu priorizei as notas soltas, para explorar bem o efeito. Durante a improvisação, as notas são um pouco mais seguras, e o efeito aparece um pouco menos, apesar de ainda estar bem evidente.

Como autocrítica, creio que eu deveria ter maneirado um pouco na profundidade do temolo, para ficar ainda mais sutil. Mas valeu a experiência.


Espero que gostem:

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Straight Minor Blues

Hoje resolvi gravar um video pra colocar em prática algumas dicas que recebi do meu amigo e gaitista Fred Cardoso. Ultimamente nossos papos têm sido no sentido de trabalhar a improvisação utilizando notas relativas ao acorde que se está tocando. Na teoria é uma coisa simples, mas meu grande desafio é colocar isso em prática.

Escolhi um tema em Cm, com os acordes Cm, Fm e Gm. Essa escolha foi pra facilitar minha vida, uma vez que tenho mais intimidade com a escala menor e pentatônica menor.

Bom, não posso dizer que fui totalmente bem sucedido na minha tentativa, mas acho que já foi um passo importante. Tentei também seguir uma dica do amigo Rogério Augusto, de evitar as tônicas. Parece até que eu segui a dica ao contrário, mas eu juro que tentei, Rogério!

Usei a Gibson Les Paul Standard, plugada no Peavey Classic 30, canal drive. Pra dar uma ambiência, usei o DD-20 (minha nova aquisição) no modo Tape. Fiquei bastante satisfeito com o timbre, ficou bem dentro do que eu imaginei pra essa música.

Enfim, vamos ao vídeo:

terça-feira, 26 de maio de 2009

With a Little Help from my Friends

Acho sensacional o que a internet pode nos proporcionar. Se antes nosso círculo de amigos ficava restrito aos vizinhos, colegas de escola, faculdade, etc., hoje em dia não há limites. E o mais interessante é você poder encontrar pessoas com gostos parecidos com os seus em comunidades dedicadas, como por exemplo os fóruns de discussão sobre guitarras.

Já postei anteriormente duas ou três jams "virtuais", com o Társio e com o Rogério. Hoje postarei uma feita com um amigo que conheço há uns três ou quatro anos, o Marcelo Brancato.
Esse cara é uma figura incrível, amante da boa música, um cara passional quando o assunto é classic rock. Gente boníssima, do bem, e um excelente músico.

O conheci quando pesquisava nos fóruns sobre os violões Roxy. Ele possui dois modelos da marca e gosta tanto que me convenceu a comprar um. Desde então conversamos muito e compartilhamos diversas idéias e músicas, além de já ter gravado alguns sons juntos.

Bom, esses dias estamos numa fase Blind Faith total, e veio a idéia de gravarmos nossa leitura da música Can't Find My Way Home. Marcelo gravou com um Roxy RG-1 12 cordas, e me mandou o arquivo para eu gravar, usando a Telecaster 52 Reissue + Blues Junior, com o Maxon OD-808 dando uma leve saturada.

Gostei do resultado pela espontaneidade que cada um tocou, dando um toque pessoal para a versão.

Espero que gostem.





Valeu!
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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Modificações: Troca de tarraxas

Sou um amante das guitarras Les Paul, e adoro fazer modificações. Comecei fazendo na minha antiga Epiphone LP Standard, e depois nas demais.
Hoje vou falar das tarraxas (sim, tarraxa se escreve com X), mas depois eu posto as outras mudanças que fiz nas guitarras.

Bom, essa semana chegaram as tarraxas Grover que encomendei pra Gibson Les Paul. São as clássicas Rotomatics, porém comprei o modelo 18:1. A outra opção seria a 14:1, porém são menos precisas que as 18:1. Essa relação quer dizer que você precisa dar 18 voltas (ou 14) na tarraxa para que a corda dê uma volta no poste.


Por que troquei?
Muita gente reclama das tarraxas originais da Gibson (Kluson), por diversas razões. As mais comuns são que elas não seguram afinação e são frágeis. No meu caso, não foi exatamente por esses motivos. Os problemas de afinação, que muitas vezes são atribuídos às tarraxas, na verdade são causados por um nut mal lubrificado, cordas mal colocadas, ou até guitarra mal regulada. Como procuro sempre manter minhas guitarras 100%, não tenho problemas de afinação.

Um dos meus motivos foi relativo à precisão das Kluson. Elas realmente não são tão precisas, o mecanismo delas é mais duro, não é suave como as Grovers. Dá mais trabalho chegar naquele ponto certo da afinação.

O outro motivo é estético. Eu curto muito o visual das Grovers. As kluson são clássicas, muito bonitas também, mas acho que as Grovers tem algo a mais. Basta olhar para as Les Pauls de alguns dos meus guitarristas favoritos: Jimmy Page, Eric Clapton, Peter Green, Michael Bloomfield. Todos eles trocaram as Kluson pelas Grovers.


Kluson x Grover


A operação em si foi fácil, porque minha guitarra tem Klusons bolt on, ou seja, com sistema de parafuso/porca. As Les Pauls dos anos 90, e início dos anos 2000 tinham esse sistema. Neste, o diâmetro do furo na madeira é o mesmo usado para as Grovers. Em 2000 e alguma coisa, a Gibson voltou com o sistema push in, apenas com uma bucha pressionada, que usa furo menor.

O que precisei fazer então foi apenas tirar uma e colocar outra, colocar o parafuso na parte de trás do headstock e apertar a porca. Simples assim.
Porém, antes, eu dei meu toque pessoal, fazendo um envelhecimento das tarraxas. Como minha LP é de 1998, as tarraxas antigas, niqueladas, já não tinham brilho. Eu quis manter esse aspecto, então dei uma leve envelhecida usando ácido muriático. Ficaram bem parecidas com as antigas.


Fotos:

Envelhecida (frente) e não envelhecida (atrás)




Metade do serviço feito





Serviço completo (frente)




Serviço completo (back)




Resultado final




O resultado final me agradou bastante. Deram um aspecto bem bacana na guitarra, além de serem muito mais suaves e precisas. É uma modificação reversível, mas duvido que as Kluson voltarão pra essa guitarra.

Valeu!!


Ao som de: Blind Faith - Had to Cry Today
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Shery Blues

Não tenho falado muito da Epiphone Sheraton. Ela continua aqui só aguardando uma boa hora pra atuar numa banda de blues. Ainda vai chegar.

Depois que eu troquei os captadores dela pelos Gibson Classic '57 e coloquei potenciômetros CTS, ela ficou com um timbre sensacional. Ainda não instalei os capacitores Orange Drops que estão aqui porque dá uma preguiça muito grande de mexer com a parte elétrica de semi-acústica.

Fiz essa gravação há uns dias atrás, em cima de uma backing track bacana, um blues/funk em tonalidade menor. Usei o Fender Blues Junior apenas, sem pedais. Reverb do próprio amp. Procurei deixar o timbre semi limpo, mas acabou ficando mais limpo do que eu gostaria.

Microfonado com Shure SM-57, direto no PC. Gravado com Sony Vegas.


Aí está!




Valeu!

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Mais um som de telecaster

A tele passou uns dias com meu luthier pra troca de trastes. Os trastes dela estavam perfeitos, sem problemas de trastejamento, entonação, nada. O problema era comigo.

Por padrão, os trastes das Fender RI usam trastes "vintage", bem baixos. Esses trastes, associados à escala envernizada, tornam os bends e vibratos, e especialmente os bends com vibrato, uma tarefa complicada. Depois de algum tempo com esta tele, eu pude comprovar que é uma guitarra que vai ficar. Portanto, optei pela troca de trastes.

Os trastes novos são Dunlop 6105, estreitos como os "vintage", porém mais altos. Não preciso dizer que pra minha forma de tocar melhorou 100%. O que já era bom, agora ficou ótimo.

Me empolguei com a nova pegada e gravei um improviso sobre um tema um pouco diferente do padrão. Não sei categorizar, mas é um estilo que tenho ouvido bastante e tentado me aventurar um pouco.

Quanto ao timbre, acho que acertei a mão. Pelo menos era exatamente o som que eu tinha em mente quando pensei em usar essa backing track. Fender Telecaster American Vintage '52 plugada direto no Peavey Classic 30, canal drive, sem pedais. Adicionei o reverb depois, no soundforge. Fora o reverb, nada foi alterado na trilha.

Aí está o som, que batizei de "First Time I Met You".




Valeu!!
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quinta-feira, 2 de abril de 2009

The Rover

The Rover é uma música sensacional do Led Zeppelin, gravada em 1975 para o álbum Physical Graffitti. Foi uma das primeiras do Led que eu conheci, e sempre gostei muito dela.

Pois bem, fiz essa gravação usando a Les Paul e o Peavey Classic 30. Em toda a parte principal usei um MXR Phase 90 no canal drive do amp. No preenchimento do refrão usei o amp clean, sem efeitos. No solo drive do amp, sem efeitos também.
Meu Phase 90 eu fiz a clássica modificação da remoção do resistor R28. Deixa o pedal mais macio, e sem saturação.

Usei uma backing track bem ruim, pois infelizmente não encontrei outra melhor.

Enfim, está aí o resultado:




Valeu!!

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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Fender Telecaster American Vintage '52 RI

Bom, em primeiro lugar devo dizer que o modelo Telecaster me conquistou. E a grande culpada por isso foi a Tagima Telecaster que eu mostrei há alguns dias aqui. Essa guitarra simplesmente não saía mais da minha mão!

Bom, depois de tocar um tempo com a Tagima, eu resolvi procurar a gutiarra que sempre veio à minha cabeça quando o assunto era Telecaster: uma '52 Reissue. Tive que me desfazer da Epiphone Gold Top e da Tagima (que está à venda), mas acho que valeu a pena. Essa tele encarna timbres ásperos de rock and roll e macios para um blues-jazz de uma maneira brilhante. Seu timbre é muito bom, exatamente tudo que você espera de uma boa telecaster.

Fora isso, ainda tem a beleza da pintura translúcida, deixando à mostra os veios do ash usado na contrução do corpo, e o flamed maple no braço.

Bom, como não podia deixar de ser, aí vai uma foto e um video gravado com essa guitarra.





domingo, 21 de dezembro de 2008

Tagima Telecaster

Peguei uma telecaster Tagima há dois meses mais ou menos, e estou gostando muito!
É uma tele estilo '52, com corpo em marupá, braço em pau-marfim, escala clara. A cor dela é blonde, tipo butterscotch, bem bonita mesmo. O único porém é que ela veio com escudo tortoise, mas estou providenciando um preto.

O braço é bem gordo, diria que um perfil em C, trastes médios, escala envernizada.Tem uma pegada legal, bem confortável.

Gostei muito do timbre. Tanto no Peavey Classic 30 quanto no Fender Blues Jr. Com o captador da ponte é agudo, porém sem ser estridente, no braço é bem macio, e a combinação dos dois captadores tem aquele timbre bem característico de tele.

Enfim, achei uma excelente compra. Essa tele Tagima com shape Fender tem sido bem procurada ultimamente, principalmente a '52-style, e não é pra menos. É uma excelente guitarra. Mais pra frente tenho intenção de testar captadores melhores, pra ver tudo que ela pode render.

Segue aí um video gravado com ela, direto no Blues Jr, sem pedais.

Valeu!!



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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Gibson Les Paul & Fender Blues Jr.

Continuando minhas atualizações, aí vai um video usando a Les Paul com o Blues Junior. É só guitarra + amp, sem pedais. Essa saturação aí do próprio amp. Eu, particularmente, gostei da combinação.
Depois coloco um mini-review do Blues Junior

Aí vai o video:




Valeu!
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domingo, 30 de novembro de 2008

De volta, com mais um Blues

De agosto pra cá rolaram algumas alterações no set, e fiz algumas gravações. Não postei antes, mas postarei hehehe

Ontem fiz uma gravação com a Strato, que fica sempre abandonada quando o assunto é video. Dessa vez coloquei ela na ativa.

Usei o MG Alien Booster (que acabou de chegar) e o Fender Blues Junior. Microfonado com o SM58 mesmo.

Tá aí:




Valeu!

sábado, 2 de agosto de 2008

Virtual Jam - Steppin' Out

Mais uma Jam!
Novamente em parceria com Rogério Augusto, montamos uma jam nos mesmos moldes da anterior, em audio e video.
Dessa vez escolhemos Steppin' Out, um blues-rock clássico gravado por John Mayall & Bluesbreakers para o album Beano, que tinha Eric Clapton na guitarra.
Nossa intenção, claro, não foi copiar a gravação original, mas sim usar os riffs principais e improvisar sobre o tema da música.
Eu usei a Gibson Les Paul Standard, plugada diretamente no Peavey Classic 30, canal drive. O Rogério usou sua Epiphone Les Paul Deluxe, que tem mini-humbuckers, e o preset "Cream" do Amplitube.
Eu gostei bastante do resultado. Os timbres ficaram interessantes, o solos e arranjos idem, além da edição de video melhorada, versão 2.0 :-D

Espero que gostem!




Valeu!

Postado ao som de: Freddie King, Texas Cannonball (1972)
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terça-feira, 29 de julho de 2008

Sheraton = Blues

É muito difícil pegar a Sheraton e não tocar um blues. É uma guitarra que parece que foi feita pra isso. E eu, como gosto pouco de blues, me aproveito dessa característica.
Gravei uma improvisação de blues em cima da backing track de "Someday After a While", de John Mayall & Bluesbreakers. Usei o amp no canal clean, que é onde a Shery fica bem doce. Só guitarra e amp, sem efeitos.
Enfim, aí está minha interpretação.



Valeu!

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terça-feira, 22 de julho de 2008

Epiphone '56 Goldtop

Esse mês aconteceu uma mudança até certo ponto inesperada no meu set. Foi embora minha querida Epiphone Les Paul Standard, dando lugar a uma Epiphone Les Paul '56 Goldtop.

A grande culpada dessa troca foi, claro, a Gibson. Acabei ficando com duas guitarras com timbres semelhantes, então achei que seria uma boa partir pra uma guitarra com P-90. Esse é um timbre que eu não tinha (na verdade nunca tive) e complementaria legal o que já tenho.

Enfim, acho que foi uma boa troca, pois a GoldTop preencheu um espaço bacana nos timbres. Além disso, fico muito satisfeito de ter passado a LP Standard pro Helinho Bechara, um amigo de longa data, fã de Led Zeppelin e outros bons sons. Por isso acho que elas estará em boas mãos.

Foto e video pra ilustrar essa belezinha :-)








Valeu!!

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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Welcome to the Jungle

Quando eu tinha meus 11-12 anos, isso lá pra 1990, eu conheci uma banda chamada Guns n' Roses. Quem não conheceu, né? Acho que todos que viveram a adolescência nessa época foram em algum momento fãs do Gn'R.

Pra mim ainda teve uma importância maior, porque nessa época eu sabia arranhar um violão e fui despertado pro som da guitarra. É inevitável dizer que Slash foi uma grande influência pra mim, de como uma guitarra deveria ser visualmente e de como ela deveria soar.

Nesse video faço uma pequena homenagem a essa influência, com um solo que é relativamente simples, mas bem rocker.
Usei a Gibson Les Paul Standard, já com os captadores '57 classic, que instalei esses dias. Pluguei no Peavey Classic 30, canal drive, e usei o Beggiato Tubesound como booster de ganho. O drive do C30 chegaria sozinho a esse drive, mas por praticidade eu mantenho o ganho do amp por volta de 50%, e quando preciso de mais drive uso o Beggiato. No loop do amp foi também o Ibanez AD-9, dando um delay curto e com 1 repetição apenas, só pra bagunçar :-)

O resultado está aí:

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Virtual Jam em video!

Eu tinha muita vontade de um dia fazer uma jam em video. Mas a dificuldade em ajeitar isso sempre me fez desistir da idéia.

Mas há alguns dias conheci o Rogério, que mora em Curitiba-PR. Nos conhecemos através do blog aqui, mas depois acabei descobrindo que frequentamos o mesmo forum de guitarras (www.electric-jam.com.br). Ele me convidou para gravarmos uma Jam e, a princípio fiquei um pouco preocupado, porque ele manda muito bem! Tem um fraseado muito blueseiro, e uma técnica excelente!

Mas deixei a vergonha de lado, e ainda tomei coragem de colocoar a idéia do video em prática, pois o Rogério também curte fazer gravações com video.

Enfim, o resultado está aí. Achei que ficou bem legal. Eu gravei de Gibson Les Paul Standard, plugada no Peavey Classic 30. Rogério usou uma Fender Strato Edição 60 anos, e simulação de Fender Twin Reverb.

Acredito que em breve faremos outras jams do tipo.

Espero que gostem!!

Link para o blog do Rogério: http://sonsdaguita.blogspot.com


Virtual Jam - Blues Shuffle em "A" from BluesZep on Vimeo.

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domingo, 27 de abril de 2008

Gibson Sounds :-)

Como tô em lua-de-mel ainda, to curtindo muito a guitarra

Gravei uma demo dela, numa base que eu mesmo montei.
A bateria e o baixo foram feitos no fruit loops, então não esperem nada mais que um som digital heheheh
A guitarra foi plugada direto no Peavey C30, microfonado direto pro PC, placa onboard.
na base usei o canal clean, chave dos pickups no meio. Pro solo, canal drive, e alternei entre pickup da ponte e braço.

Ouçam aí, espero que gostem

Ouça o som:

Valeu!!

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sexta-feira, 25 de abril de 2008

Gibson Les Paul!

Gibson Les Paul Standard, '98
Honeyburst, plaintop, bem bacana.

Era um sonho antigo, que enfim consegui realizar. Veio com os captadores 490/498, que provavelmente serão substituídos pelos classic '57 que já tenho aqui, e talvez mais pra frente por um par de seth lover. Aí veremos hehehe

Já de cara estou impressionado com o braço, que apesar de ser 50's style, é muito confortável. O acabamento em nitro ajuda muito na tocabilidade. O timbre é excelente, mas ainda vou sacar as nuances com o tempo.

Enfim, tenho muito pra curtir com ela.

Tenho muito que agradecer a Daíse, que mais uma vez me apoiou e ajudou na escolha da criança.



Fotos:















Valeu!!


Postado ao som de: Led Zeppelin - The Song Remains the Same

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